O cliente pede controle de acesso e você improvisa
Cada projeto vira uma combinação diferente de equipamentos, redes e programas de terceiros. O resultado depende de quem instalou — e o suporte começa no dia da entrega.
Para empresas de segurança
O Safe Tag CLI é a ferramenta de campo que empresas autorizadas usam para instalar e operar as stacks Safe Tag em condomínios, empresas e órgãos públicos. Menos improviso na instalação, mais serviço para vender depois dela.
O problema
A empresa de segurança entrega o equipamento, mas o projeto depende de tentativa, erro e deslocamento. O cliente sente na demora; a empresa sente na margem.
Cada projeto vira uma combinação diferente de equipamentos, redes e programas de terceiros. O resultado depende de quem instalou — e o suporte começa no dia da entrega.
Sem uma ferramenta de campo, o técnico testa no local, descobre o problema no local e volta para ajustar. O custo do deslocamento come parte da margem.
O que funcionou em um condomínio não se replica no próximo. Sem padrão, a empresa não consegue vender manutenção com previsibilidade.
A receita termina na instalação. Sem um software próprio para acompanhar, treinar e dar suporte, a relação com o cliente esfria depois da entrega.
O que muda
A CLI conduz o técnico do diagnóstico à publicação. A empresa padroniza o trabalho, reduz retrabalho e transforma a experiência em serviço recorrente.
O técnico segue o mesmo procedimento em qualquer cliente. A CLI instala, verifica e publica a stack com menos idas e vindas.
O doctor testa sistema, Docker, Core, Periphery e inventário antes de qualquer alteração. O erro aparece no terminal, não na cara do cliente.
A empresa acumula experiência, modelos de configuração e um método de implantação que pode ser repetido e cobrado.
A instalação abre espaço para configuração, treinamento, integrações, suporte e evolução. O Safe Tag Portaria é gratuito; o trabalho em volta dele é o seu serviço.
Credenciais no keyring, verificação SHA-256 dos binários e log de auditoria por operação. O técnico trabalha com rastro, não com acesso solto.
Onde o cliente tiver câmeras e demanda por leitura de placas, convite por WhatsApp, Alertas e mapa ao vivo, o LIA entra como próxima camada — sob consulta.
Como funciona
O técnico roda a CLI na máquina do cliente. Ela conversa com o Komodo Core local, que orquestra o Periphery e os containers. As stacks são compostas por arquivos Compose versionados.
Ferramenta privada e proprietária
O Safe Tag CLI não é open source nem tem download público. O acesso é liberado para a equipe Safe Tag e para empresas autorizadas, com as credenciais da operação.

O que vender
O software é o ponto de partida. A receita da empresa autorizada vem do trabalho em volta da operação.
Instalação do Safe Tag Portaria na portaria do cliente, com a base MariaDB existente e os equipamentos que ele já tem.
Destinos, regras, usuários, impressoras de ticket, leitores de código de barras e acionamento de cancela.
Capacitação da equipe da guarita no fluxo real: entrada, saída, ticket, fechamento de turno e relatórios.
Acompanhamento da operação, ajustes de regra e avaliação de novas integrações conforme o cliente cresce.
Credenciamento
O credenciamento prepara a empresa para vender e executar com o mesmo padrão de instalação.
A empresa de segurança fala com a Safe Tag, apresenta a operação e recebe acesso autorizado à ferramenta.
A equipe aprende o fluxo de instalação, diagnóstico e publicação das stacks, com acompanhamento da Safe Tag.
O técnico executa o procedimento no local, valida o ambiente e entrega a portaria operando no mesmo dia, quando o escopo permite.
A empresa acompanha o cliente, presta suporte e identifica oportunidades de evolução, inclusive o LIA.
Comandos
| Comando | Para que serve |
|---|---|
safetag init | Instala o Core, o Periphery e a stack escolhida no ambiente do cliente. |
safetag login | Configura e valida o acesso ao Komodo Core. |
safetag doctor | Testa sistema operacional, Docker, Core, Periphery e acesso ao inventário. |
safetag status | Mostra o estado do nodo e das stacks. |
safetag stack deploy | Publica e reconcilia os serviços da stack pelo Komodo. |
safetag stack logs | Traz os logs da stack para o terminal. |
safetag stack update | Atualiza a stack pelo Core, reaplicando a configuração. |
safetag lia gpu status | Consulta a GPU local, o backend configurado e os servidores de modelo. |
safetag qr refresh | Reaplica a marca e migra o payload do QR de acesso ao Core. |
safetag procedure run | Executa uma rotina já configurada no Komodo. |
A lista é um recorte da documentação interna. Opções, flags e disponibilidade variam conforme a versão e o ambiente do cliente.
Suporte ao técnico
A CLI foi desenhada para reduzir o risco de uma intervenção no cliente e o custo de uma segunda visita.
O doctor testa sistema, Docker, Core e Periphery antes de qualquer alteração.
As stacks são publicadas pelo Core com os serviços e volumes definidos pela Safe Tag.
Status, logs e updates ficam visíveis no terminal e no Core, com registro da operação.
Perguntas frequentes
Não. É uma ferramenta privada e proprietária, usada pela Safe Tag e por empresas autorizadas na instalação e operação assistida. O acesso é liberado depois do credenciamento.
Empresas autorizadas usam a CLI para instalar e operar as stacks Safe Tag nos próprios clientes. O Safe Tag Portaria é gratuito para baixar e usar; o valor do projeto está na implantação, configuração, treinamento e suporte prestados pela empresa.
Não. Empresas de segurança, integradoras e equipes de operação que já atendem condomínios, empresas ou órgãos públicos podem se credenciar, desde que tenham estrutura técnica para instalar e acompanhar a operação.
A portaria passa a operar com um software que organiza registro, destino e autorização, e a empresa entrega um projeto com método. O cliente ganha previsibilidade; a empresa ganha recorrência de serviço.
O Safe Tag LIA é a próxima camada, sob consulta. Ele inclui leitura de placas, convite do visitante por WhatsApp, Alertas de desvio e velocidade, mapa ao vivo e Rastreador do visitante, sempre com confirmação do operador.
Conte quantos clientes você atende e qual estrutura técnica tem hoje. A Safe Tag avalia o credenciamento e explica o processo.